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Felca expõe e MP investiga: Hytalo Santos é acusado de “adultizar” e explorar menores nas redes

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O influenciador digital Hytalo Santos está no centro de uma investigação conduzida pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suspeita de “adultização” e exploração de menores em seus conteúdos online. A apuração teve início em 2024, após denúncias registradas no Disque 100, e busca identificar possíveis violações ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Denúncias e apuração
De acordo com o MPPB, vídeos publicados por Hytalo estariam expondo adolescentes em contextos considerados sexualizados. Entre as imagens investigadas está o conteúdo envolvendo a jovem Kamylla Santos, de 17 anos. O promotor João Arlindo Corrêa informou que adolescentes e responsáveis legais estão sendo ouvidos no processo, que corre sob sigilo.

Posicionamento de Hytalo Santos
Em nota, Hytalo negou as acusações e afirmou colaborar integralmente com o Ministério Público. Ele declarou que as mães das adolescentes acompanham as gravações e autorizam a participação das jovens nos vídeos.

O que diz a lei
Embora a “adultização” não seja tipificada como crime na legislação brasileira, o ECA estabelece a proteção integral de crianças e adolescentes, proibindo qualquer forma de exploração, negligência, violência ou constrangimento.

A entrada de Felca no caso
O youtuber e humorista Felca, conhecido por vídeos de humor e críticas ao conteúdo digital, publicou no último dia 6 um vídeo denunciando casos de exploração infantil na internet. Hytalo foi citado como um dos responsáveis por produzir conteúdo envolvendo menores. Após a repercussão, o Instagram de Hytalo foi desativado na sexta-feira, 8.

Felca, cujo nome verdadeiro é Felipe Bressanim Pereira, 27 anos, iniciou a carreira em 2012 e já viralizou diversas vezes com conteúdos críticos e humorísticos.

Como denunciar
Felca reforçou que casos suspeitos de exploração infantil devem ser denunciados ao Disque 100, à Polícia Federal ou ao Ministério Público. Ele destacou também a importância de compartilhar provas de forma responsável e apoiar organizações que atuam na proteção de crianças e adolescentes.

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