O Festival Oxe É Jazz retorna a Salvador nos dias 7 e 8 de novembro, no Parque Costa Azul, com uma programação gratuita que une música, cultura e representatividade. Nesta edição, o evento integra o Novembro Negro, reforçando a importância da cultura afro-brasileira e suas influências na música mundial.
Realizado pela Mais Ações Integradas e patrocinado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Turismo, o festival promete dois dias de muito jazz, blues e ancestralidade, em um ambiente familiar com praça de alimentação, brinquedos infantis e estrutura completa para o público.
O curador do projeto, Eric Assmar, afirma que esta edição será marcada pela representatividade racial e pela conexão com as raízes negras da música.
“Estamos muito empolgados com essa edição especial dedicada à representatividade racial, com convidados exclusivos e ligados diretamente ao cenário do jazz e do blues de Salvador e da Bahia”, destacou.
A abertura, na sexta-feira (7), fica por conta do multi-instrumentista Felipe Guedes, que apresenta composições autorais e releituras em clima de improvisação jazzística. Em seguida, Eric Assmar se junta à banda Clube de Patifes para um show inspirado no álbum Macumba, que mistura blues e ancestralidade afro-baiana.
No sábado (8), o destaque será o trombonista e compositor Joabe Reis, reconhecido como um dos grandes nomes do jazz brasileiro contemporâneo. O músico traz um espetáculo que mescla jazz, funk e hip-hop, exaltando a cultura negra mundial.
Encerrando o festival, as cantoras Lia Chaves, Vanessa Melo e Janis Dominique sobem ao palco em uma apresentação que une blues, jazz, soul e música brasileira, celebrando a força e a diversidade das vozes femininas negras.
Com entrada gratuita e foco na valorização da música negra e suas raízes, o Oxe É Jazz promete emocionar o público baiano em mais uma edição de celebração à arte e à diversidade.