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Cultura

Salvador celebra o Dia do Samba com mais de 25 rodas pela cidade; entenda por que 2 de dezembro virou a data oficial

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O Dia do Samba, comemorado nesta terça-feira (2), mobiliza apaixonados pelo ritmo em todo o Brasil — e em Salvador, berço de algumas das mais tradicionais rodas do país, a festa está garantida. Ao longo desta semana e durante todo o ano, pelo menos 28 eventos e espaços dedicados ao samba movimentam bairros do Centro Histórico às regiões mais periféricas da capital baiana.

Para quem quer entrar no clima, há opções para todos os gostos: rodas intimistas no Santo Antônio Além do Carmo, encontros clássicos no Pelourinho, samba de raiz no Garcia, além de programações em Itapuã, Rio Vermelho, Cajazeiras e outras áreas da cidade.

Onde curtir samba em Salvador

Centro / Cidade Baixa

  • Clube do Samba — Pelourinho
  • Samba do ÓPAÍÓ — Pelourinho
  • Armazém do Campo — Pelourinho
  • Samba de São Lázaro — Federação
  • Samba do Quiabo — Feira de São Joaquim
  • Velho Espanha — Barris
  • Galpão Beer — Barris
  • Batatinha Bar e Samba — Ladeira dos Aflitos

Santo Antônio Além do Carmo / Saúde / Garcia

  • Boteco do Samba Music Hall — Santo Antônio
  • A Marajuda — Santo Antônio
  • Grupo Botequim — Santo Antônio
  • Casa Di Rosa — Saúde
  • Samba no Gogó — Garcia
  • Casa de Pedra — Garcia
  • D+ Bar e Restaurante — Garcia

Rio Vermelho / Saboeiro / Parque Bela Vista

  • Só Shape — Rio Vermelho
  • Eco — Rio Vermelho
  • Jubiabar — Rio Vermelho
  • Samba de Tonha — Rio Vermelho
  • Bombar — Rio Vermelho
  • Nu Quintal do Samba — Saboeiro
  • Arena Parque Santiago — Parque Bela Vista

Itapuã / Acupe de Brotas / Cajazeiras 8

  • Água de Pote — Itapuã
  • Parada Obrigatória Boteco — Itapuã
  • Samba da Resistência — Itapuã
  • Sambinha da Conquista — Itapuã
  • Petiscaria Quintal de Casa — Acupe de Brotas
  • Pagode de Bamba — Cajazeiras 8

Por que o Dia do Samba é comemorado em 2 de dezembro?

A data marca o encerramento do 1º Congresso Nacional do Samba, realizado em 1962, no Rio de Janeiro. O encontro teve papel fundamental na defesa do samba como patrimônio cultural brasileiro. A iniciativa foi liderada pelo professor e folclorista baiano Edson de Sousa Carneira, que atuava na capital fluminense.

O congresso resultou na Carta do Samba, documento que oficializou a proposta de criar o Dia do Samba — celebrado desde então em 2 de dezembro. Em uma coincidência marcada pela memória afetiva do gênero, Edson Carneira faleceu exatamente dez anos depois, também no dia 2.

Com tantos eventos espalhados pela cidade e com uma história tão simbólica, Salvador reafirma sua relação profunda com o samba — ritmo que segue sendo celebração, identidade, resistência e poesia.

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